Olá pessoal. Vamos falar sobre 3 erros que as empresas estão cometendo ultimamente, neste novo contexto de Transformação Digital, que tanto se fala. E realmente são erros que os gestores não se dão conta e acabam impactando no andamento e operação do dia a dia e até mesmo no futuro da empresa. Vamos lá:
Erro 1 – Ignorar a existência de Tecnologia
Apesar de estar presente no dia a dia em processos e operações chaves, muitos gestores ignoram a existência da tecnologia e inovação. Apesar de desfrutar de computadores para realizar transações financeiras, conversar com clientes, ou mesmo o celular e apps, parece que para alguns, nada disso passa de um “inconveniente” que o mundo de hoje tem. Já ouvi gestores, líderes e gerentes, dizer que TI é um “Mal necessário” e pasmem, não eram pessoas com idade avançada.
Infelizmente este é um erro gravíssimo e já comecei tratando por ele, pois quem não valoriza tecnologia e suas aplicações, como pode falar em inovação e mesmo em Transformação Digital?
Faço um convite, de imaginar um mundo sem Internet, computadores, celulares e mesmo sem automações, como robótica ou máquinas de cadeia produtiva sem programação. Isto que acabei de falar, já é tecnologia presente e algumas até superadas pois vem coisa nova por aí (Indústria 4.0, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, etc).
Se você pensa da maneira que acabei de falar, onde tecnologia é apenas algo que você tem sempre que lidar e superar, mude seu pensamento, pois você está correndo um risco enorme de virar um dinossauro extinto em breve.
Erro 2 – Investir sem Planejamento
Outro erro constante e até antigo. Há muitas empresas que entendem que não podem viver sem tecnologia, mas não tem um planejamento e mesmo não reserva um valor para investimento e manutenção da tecnologia empregada.
Um exemplo, são aquelas empresas que contratam um funcionário, pensam em salário, onde ele vai ficar, com quem vai trabalhar ou o cliente que irá atender, e não pensa que o mesmo precisará de um computador, ou mesmo um agente externo como um vendedor, de notebook e celular. Depois é uma correria, onde acabam comprando um hardware que não é compatível com a necessidade e os recursos necessários e a produtividade do funcionário vai por água abaixo.
Temos ainda a questão onde compra-se sem pensar em escalabilidade e futuras substituições por tempo de uso. Com isso, parece que TI é um poço sem fundo, onde “compramos isso ontem e já vamos comprar novamente?”
Se você como líder e gestor tem essa sensação de que gasta muito com TI ou mesmo são gastos “fora de hora”, hora de sentar e ver como está sendo empregado os recursos ou mesmo se há um planejamento e valores de investimento para TI.
Erro 3 – Não ter um plano de contingência
Esse é um erro que no final, tem um custo alto. Imaginemos uma empresa que tem tecnologia no seu “DNA”, suas operações são todas controladas com aplicações, boa infraestrutura e faz investimentos interessantes. Porém ela conta que esta tecnologia é infalível, pois ela investiu em equipamentos de qualidade, tem bons fornecedores, etc.
Porém ninguém está isento do que é improvável. Se um link cair e ficar fora mais de 3 horas, há um link reserva ou uma outra forma de ficar conectado? Se uma peça falhar, há um plano de substituição rápido e efetivo? Ou pior, se houver uma invasão ou um sequestro de dados, o Backup está em dia ou mesmo em outro local que possa ser rapidamente restaurado?
Vemos incontáveis erros como estes e em locais que fizeram investimentos pesados, mas nunca consideram essas questões abordadas, ou se consideraram, por custo negligenciam e dizem: “Depois pensamos nisto. Põe para rodar, pois isto tem que funcionar agora”.
Se sua empresa trabalha neste estilo, apesar do uso intenso de tecnologia, repense muito bem suas ações, pois um erro neste sentido de contingência dói no bolso, pois quanto custa horas ou mesmo um dia parado? E você ter que ligar para o cliente dizendo que não pode atendê-lo?
Após essa leitura, faço um convite a reflexão e desejo que muitos mudem seu jeito de pensar e agir no seu relacionamento com TI.
Lembre-se que estamos no século, onde o novo Petróleo, é a Informação.


